Política

ROMA (ChurchMilitant.com) - O ex-chefe da mais alta corte do Vaticano afirma que o candidato presidencial democrata Joe Biden não pode receber a Sagrada Comunhão porque está em um estado objetivo de pecado grave devido ao seu apoio de longa data ao aborto.

O vídeo a seguir argumenta que não votar em Trump, sequer pode ser considerado como uma opção para o americano que se considere católico, pois, em face do conjunto das circunstâncias atuais, trata-se de um imperativo moral.

Uma batalha encarniçada está prestes a começar pela vaga na Suprema Corte. A juíza da Suprema Corte Ruth Bader Ginsburg faleceu na sexta-feira em casa. Ela tinha 87 anos. A Suprema Corte emitiu um comunicado à imprensa anunciando que ela havia morrido de complicações de câncer pancreático metastático.

Toda a Civilização Ocidental nasceu e se desenvolveu apoiada nos valores e ensinamentos da Igreja Católica, que nos deu o milagre das ciências modernas, a saudável economia de livre mercado, a segurança das leis, a caridade como uma virtude, o esplendor da Arte e da Música (1), uma filosofia assentada na razão, a agricultura e a ciência, as...

A senadora australiana, Jacqui Lambie, expõe a situação grave e delicada que se encontra a economia e a sociedade australianas - causada pelas estreitas relações comerciais que a Austrália há anos matem com a China - e que veio à luz em face da recente à tensão causada pelo Covid-19 entre os dois países.

O Ocidente tem sido varrido nos últimos tempos por manifestações claramente orquestradas. Como chegamos a este ponto? À parte as diferenças culturais e políticas dos diferentes países, observamos uma semelhança no modus operandi que não é espontâneo; ao contrário. Assista o vídeo e reflita.

Se ainda não lhe ocorreu que o mundo está em um ponto crítico, basta olhar pela janela ou ver as notícias. Contudo, a conflagração que vemos acontecer guarda semelhanças entre os países vítimas.

O governo de coalizão de esquerda na Espanha foi pego de surpresa na resposta ao coronavírus, provocando a ira de críticos nacionais e estrangeiros que dizem que o primeiro-ministro socialista da Espanha, Pedro Sánchez, respondeu muito devagar, favorecendo algumas regiões e outras na distribuição de suprimentos médicos vitais.